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Encontros Individuais para Psicoterapia Breve

 com M Helena Pema Karpo Moreira CRT39595

O auto conhecimento é um caminho certo para viver com mais serenidade; as vezes precisamos de companhia para seguir nessa busca.  Para isso estamos reabrindo espaço para psicoterapia e montar um projeto de auto descoberta. Um serviço prestado há 25 anos pela Maria Helena Pema Karpo.

Agende seu horário.

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Encontros para praticar e estudar o Budismo

  • Quarta-feira 19:30 – estudo de temas básicos da filosofia budista com M Helena Pema Karpo Moreira CRT39595
  • Primeira quinta-feira do mês, encontro para recepção e primeiras noções sobre a filosofia budista. Reserve com antecedência.
  • Sábado 16:00 – estudo de temas básicos da filosofia budista com M Helena Pema Karpo Moreira CRT39595
  • No dia 8 de cada mês às 19:30, Encontro com Arya Tara.
  • Na semana de Lua Cheia, pratica de Prajnaparamita com M Helena Pema Karpo Moreira CRT39595

Estudos do Budismo

Estudar a filosofia do Budismo é treinar uma forma de lidar com a realidade e suas relações além das aparências.

As aparências aparentemente são fixas, sólidas, densas…este é o engano. Descobrir e sentir que as aparências das relações e das situações nunca são fixas, nem intransponíveis é uma grande descoberta. Não somos nós que temos problemas, tudo tem problemas. Isso é o Samsara, um lugar mental “estreito”.

O Samsara é a forma estreita como lidamos com a realidade. As aparências externas são inseparáveis das nossas estruturas internas; nossa estrutura interna é o conjunto de marcas mentais, condicionamentos e carmas. Essas estruturas dependem de nossa herança genética, das influências da cultura em que somos criados e de nossas memórias. Essas estruturas respondem automaticamente, nem entendemos por que razão, qual a origem dessas respostas impulsivas. Também não entendemos como esses movimentos automáticos acontecem nas relações – uma hora está tudo bem e… de repente fica tudo nublado, sem brilho. O Samsara se move em meio a essas marcas que não conhecemos a origem, às vezes, apenas hipóteses.

Essas marcas individuais mais as marcas da coletividade formam as culturas.

A visão do Buda é super otimista. Estamos sempre em busca da felicidade como passarinhos: de um galho para outro, transmigrando. Mesmo transmigrando com equívocos temos uma natureza que está além de vida e morte, uma natureza que não é afetada por esse movimento.

Uma natureza independente do nosso corpo. É uma vida e um lugar além das marcas mentais de onde surgem nossa energia e nossa lucidez.

Marcas mentais são como “vidros” coloridos que dão cor às nossas visões; assim como, também, “vidros” de medo, de raiva e tudo em volta vai ganhando a mesma coloração. Assim também, quando esses “vidros” são de compaixão, generosidade, apreciativos as visões têm essas mesmas qualidades.

Na visão budista existe uma base que não depende desses “vidros”. O Budismo ensina nos tornarmos conscientes dessa região livre e escapamos de ter que responder através das marcas mentais. Na visão budista a liberação é possível; aprendemos a nos mover livres das marcas mentais e da dependência às aparências.

Quando nossa essência verdadeira livre não consegue se manifestar vivemos as sensações de confusões, aflições, duvidas e insatisfações. As consequências são depressão, alterações de humor, adição a drogas, epidemias, tensões, estres, confusões, neuroses etc Bondade amorosa, compaixão, igualdade e alegria são formas de agir além das marcas mentais, brotam dessa região livre, a verdadeira natureza além do nosso corpo e pensamentos. Essas qualidades infinitas brotam da natureza fundamental; daí brota a vida e a energia que alimenta a rede em que vivemos.

Entender a vacuidade (que tudo é interdependente) é entender que a realidade não é sólida, que nossas prisões não são prisões; são apenas como nossas marcas mentais conseguem enxergar as aparências. Essa é a forma como saímos do Samsara que é um lugar estreito para uma Terra Pura, um lugar onde as relações ficam melhores. É essa “viagem” que treinamos nos nossos estudos do Budismo.

Assim aprendemos com Lama Padma Samten, nosso guia. Quando estudamos Budismo estamos estudando nós mesmos, a natureza de nossa mente. Estudamos como conduzir nossa mente, é por isso que o Budismo não é considerado exatamente uma religião mas um caminho espiritual.

Todos os seres buscam a felicidade, todos os seres vivos sem exceção. Felicidade é mais que prazer; felicidade é um estado de satisfação em qualquer situação, em qualquer lugar, com qualquer pessoa.

É isso que o Budismo ensina nesse caminho espiritual. Um caminho espiritual para conviver pacificamente, conosco e com os outros, mesmo entendendo que o sofrimento (a insatisfação) faz parte da vida. É possível transformar o sofrimento das mudanças, das dores e das incompreensões pelas tragédias. Em busca da liberação esse caminho espiritual passa pelo trabalho de compreender as emoções que nos perturbam e como conviver com elas –

“Ciclo de Estudos em 36 passos” on-line

Fundamentos da filosofia budista, comentários e textos em 36 semanas ou integral.

Para receber o Novo Ciclo de Estudos Budistas envie email através do “fale conosco”

Programa, o título dos textos está entre aspas:

  • *Objetivos do Budismo – a Libertação
    • “Vivendo o Buda”
    • “Sobre chão e nuvens”
  • *4 nobres verdades – Caminho óctuplo -6 perfeições
    • “Quando ser feliz é saber não sofrer desnecessariamente”
    • “Um caminho Simples”
    • “As múltiplas faces do amor”
    • “O cultivo da Bodicita, a mente da iluminação”
    • “Budismo e relacionamentos”
  • *5 aflições – apegos – posse
    • “Desejar sim, apegar-se jamais”
    • “Surangama Sutra”
    • “O leão do lago”
    • “O que é o medo?”
    • “Métodos anti-raiva”
    • “Quem não conhece a desagradável sensação de estar irritado?”
    • “Como gerar energia de uma frustração”
    • “A natureza da preguiça”
    • “Coragem: como ir além da esperança e do medo”
    • “Ter coragem para seguir em frente”
  • *Métodos
    • “O caminho da Felicidade”
    • “Sorvete de chocolate e lixo”
  • *Meditações
    • “Mergulho no infinito”
  • *Mantras
    • “Aquele que ouve os sons do mundo”
    • “Mãe de todos os Budas”
    • “Embusca de Sabedoria”
  • *3 Joias
    • “Seguindo o Mestre Espiritual”
  • *Roda da vida – 3 animais, 6 reinos, 12 elos, 6 sabedorias
    • “A roda da vida”
    • “Modelos sociais refletem as estruturas internas”
    • “Aliança do humanos, deuses e semi-deuses”
  • *Formação do ser – Karma
    • “Princípios da Medicina Tibetana“
  • *Impermanência
    • “Uma ampla visão sobre a morte”
    • “Morrer em paz: as necessidades espirituais diante da morte”
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“Encontros Semanais Virtuais”

Reflexão sobre textos enviados semanalmente.Esses textos a partir de fatos atuais, tentam construir , com base na filosofia do Budismo Tibetano, novas atitudes que nos auxiliem a lidar pacificamente com a vida. encontrossemanais.blogspot.com

Os estudos do Budismo além da filosofia, tocam também na psicologia, sociologia, biologia. Através da descoberta de uma nova perspectiva para olhar a realidade, sentimos a possibilidade da liberdade, percebemos que a mente não tem limites e que o stress é circunstancial.

Ser feliz, se sentir confortável em qualquer situação é uma escolha.

Buda Shakyamuni, Sidarta Gautama, transferiu ensinamentos que foram ao longo do tempo se adaptando às necessidades de cada cultura e assim continua agora na cultura ocidental.

O Budismo ensina a compaixão; como construir a amizade por tudo a partir da idéia que nada existe por si só, tudo é transitório, o sofrimento é opcional, a verdade vai muito além da realidade. Para isso existe um método.