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Encontros Individuais para Psicoterapia Breve

 com M Helena Pema Karpo Moreira CRT39595

O auto conhecimento é um caminho certo para viver com mais serenidade; as vezes precisamos de companhia para seguir nessa busca.  Para isso estamos reabrindo espaço para psicoterapia e montar um projeto de auto descoberta. Um serviço prestado há 25 anos pela Maria Helena Pema Karpo.

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PSICOAROMATERAPIA

 

O uso terapêutico das essências, a AROMATERAPIA, é conhecido desde a antiguidade como terapia complementar.

A AROMACOLOGIA é o estudo da influência dos odores no comportamento humano e o exame da relação entre sentimentos e emoções. Aromacologia analisa emoções como relaxamento, alegria, sensualidade, felicidade e bem-estar provocadas por odores que estimulam as vias olfativas no cérebro e, em particular, o sistema límbico. Wikipedia (inglês)

A PSICOAROMATERAPIA é o uso dos óleos essenciais como FACILITADORES nos acompanhamentos psicoterápicos para o autoconhecimento.

Óleos essenciais não são simples fragrâncias.

Os óleos essências são gotas obtidas através da extração mecânica de grandes quantidades de madeiras, raízes, resinas, flores, frutos, folhas etc.

Durante eras glaciais do planeta determinadas plantas desenvolveram para sobreviver dutos onde as resinas não congelavam; esses dutos é que guardam os óleos essências.

Essas gotas “carregam” vários tipos de frequências da energia vital.

O uso dos óleos essenciais é através da inalação, seja em massagens, compressas, banhos, aromatizadores ou diretamente.

O olfato é um sentido primitivo e sofisticado diretamente conectado ao centro do cérebro, ao sistema límbico. Chegou até ser chamado de cérebro olfativo (amidala, tálamo, hipotálamo, hipocampo além das glândulas pituitária e pineal) associado às respostas emocionais de prazer, raiva, medo, culpa, orgulho, insegurança, tristeza, sentimentos, sensações sexuais, memória longa e curta, padrões de comportamento, reações do corpo, impulsos automáticos etc.

Memórias olfativas podem perdurar mais que memorias visuais.

O olfato é o único sentido sem censura; os odores tocam diretamente o banco de memórias.

O subconsciente recebe os odores e responde antes de nos tornarmos conscientes dele.

Existe um relacionamento entre memória e emoções, mas a percepção é subjetiva.

Existe uma forte interação de reciprocidade entre a natureza das plantas e a natureza dos seres.

O uso da inalação dos óleos essências permite purificação de padrões aflitivos, reforço do sistema imunológico, mudanças de comportamento e clareza de raciocínio.

Na PSICOAROMATERAPIA escolhi sugerir a inalação de cada óleo separadamente, de uma semana a um mês, para cuidar de cada comportamento aflitivo com delicadeza e acompanhar as respostas.

 

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Encontros para praticar e estudar o Budismo

  • estudos e meditação, quartas-feiras ás 19:30
  • Introdução ao Budismo, 1º sábado do mês às 16:00
  • Cursos de REIKI I e II, informações no site www.cer-reiki.com.br
  • Troca de Reiki, 2º sábado do mês
  • A semana de Lua Cheia, pratica de Prajnaparamita com M Helena Pema Karpo Moreira CRT39595

Estudos do Budismo

Estudar a filosofia do Budismo é treinar uma forma de lidar com a realidade e suas relações além das aparências.

As aparências aparentemente são fixas, sólidas, densas…este é o engano. Descobrir e sentir que as aparências das relações e das situações nunca são fixas, nem intransponíveis é uma grande descoberta. Não somos nós que temos problemas, tudo tem problemas. Isso é o Samsara, um lugar mental “estreito”.

O Samsara é a forma estreita como lidamos com a realidade. As aparências externas são inseparáveis das nossas estruturas internas; nossa estrutura interna é o conjunto de marcas mentais, condicionamentos e carmas. Essas estruturas dependem de nossa herança genética, das influências da cultura em que somos criados e de nossas memórias. Essas estruturas respondem automaticamente, nem entendemos por que razão, qual a origem dessas respostas impulsivas. Também não entendemos como esses movimentos automáticos acontecem nas relações – uma hora está tudo bem e… de repente fica tudo nublado, sem brilho. O Samsara se move em meio a essas marcas que não conhecemos a origem, às vezes, apenas hipóteses.

Essas marcas individuais mais as marcas da coletividade formam as culturas.

A visão do Buda é super otimista. Estamos sempre em busca da felicidade como passarinhos: de um galho para outro, transmigrando. Mesmo transmigrando com equívocos temos uma natureza que está além de vida e morte, uma natureza que não é afetada por esse movimento.

Uma natureza independente do nosso corpo. É uma vida e um lugar além das marcas mentais de onde surgem nossa energia e nossa lucidez.

Marcas mentais são como “vidros” coloridos que dão cor às nossas visões; assim como, também, “vidros” de medo, de raiva e tudo em volta vai ganhando a mesma coloração. Assim também, quando esses “vidros” são de compaixão, generosidade, apreciativos as visões têm essas mesmas qualidades.

Na visão budista existe uma base que não depende desses “vidros”. O Budismo ensina nos tornarmos conscientes dessa região livre e escapamos de ter que responder através das marcas mentais. Na visão budista a liberação é possível; aprendemos a nos mover livres das marcas mentais e da dependência às aparências.

Quando nossa essência verdadeira livre não consegue se manifestar vivemos as sensações de confusões, aflições, duvidas e insatisfações. As consequências são depressão, alterações de humor, adição a drogas, epidemias, tensões, estres, confusões, neuroses etc Bondade amorosa, compaixão, igualdade e alegria são formas de agir além das marcas mentais, brotam dessa região livre, a verdadeira natureza além do nosso corpo e pensamentos. Essas qualidades infinitas brotam da natureza fundamental; daí brota a vida e a energia que alimenta a rede em que vivemos.

Entender a vacuidade (que tudo é interdependente) é entender que a realidade não é sólida, que nossas prisões não são prisões; são apenas como nossas marcas mentais conseguem enxergar as aparências. Essa é a forma como saímos do Samsara que é um lugar estreito para uma Terra Pura, um lugar onde as relações ficam melhores. É essa “viagem” que treinamos nos nossos estudos do Budismo.

Assim aprendemos com Lama Padma Samten, nosso guia. Quando estudamos Budismo estamos estudando nós mesmos, a natureza de nossa mente. Estudamos como conduzir nossa mente, é por isso que o Budismo não é considerado exatamente uma religião mas um caminho espiritual.

Todos os seres buscam a felicidade, todos os seres vivos sem exceção. Felicidade é mais que prazer; felicidade é um estado de satisfação em qualquer situação, em qualquer lugar, com qualquer pessoa.

É isso que o Budismo ensina nesse caminho espiritual. Um caminho espiritual para conviver pacificamente, conosco e com os outros, mesmo entendendo que o sofrimento (a insatisfação) faz parte da vida. É possível transformar o sofrimento das mudanças, das dores e das incompreensões pelas tragédias. Em busca da liberação esse caminho espiritual passa pelo trabalho de compreender as emoções que nos perturbam e como conviver com elas –

“Ciclo de Estudos em 36 passos” on-line

Fundamentos da filosofia budista, comentários e textos em 36 semanas ou integral.

Para receber o Novo Ciclo de Estudos Budistas envie email através do “fale conosco”

Programa, o título dos textos está entre aspas:

  • *Objetivos do Budismo – a Libertação
    • “Vivendo o Buda”
    • “Sobre chão e nuvens”
  • *4 nobres verdades – Caminho óctuplo -6 perfeições
    • “Quando ser feliz é saber não sofrer desnecessariamente”
    • “Um caminho Simples”
    • “As múltiplas faces do amor”
    • “O cultivo da Bodicita, a mente da iluminação”
    • “Budismo e relacionamentos”
  • *5 aflições – apegos – posse
    • “Desejar sim, apegar-se jamais”
    • “Surangama Sutra”
    • “O leão do lago”
    • “O que é o medo?”
    • “Métodos anti-raiva”
    • “Quem não conhece a desagradável sensação de estar irritado?”
    • “Como gerar energia de uma frustração”
    • “A natureza da preguiça”
    • “Coragem: como ir além da esperança e do medo”
    • “Ter coragem para seguir em frente”
  • *Métodos
    • “O caminho da Felicidade”
    • “Sorvete de chocolate e lixo”
  • *Meditações
    • “Mergulho no infinito”
  • *Mantras
    • “Aquele que ouve os sons do mundo”
    • “Mãe de todos os Budas”
    • “Embusca de Sabedoria”
  • *3 Joias
    • “Seguindo o Mestre Espiritual”
  • *Roda da vida – 3 animais, 6 reinos, 12 elos, 6 sabedorias
    • “A roda da vida”
    • “Modelos sociais refletem as estruturas internas”
    • “Aliança do humanos, deuses e semi-deuses”
  • *Formação do ser – Karma
    • “Princípios da Medicina Tibetana“
  • *Impermanência
    • “Uma ampla visão sobre a morte”
    • “Morrer em paz: as necessidades espirituais diante da morte”
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“Encontros Semanais Virtuais”

Reflexão sobre textos enviados semanalmente.Esses textos a partir de fatos atuais, tentam construir , com base na filosofia do Budismo Tibetano, novas atitudes que nos auxiliem a lidar pacificamente com a vida. encontrossemanais.blogspot.com

Os estudos do Budismo além da filosofia, tocam também na psicologia, sociologia, biologia. Através da descoberta de uma nova perspectiva para olhar a realidade, sentimos a possibilidade da liberdade, percebemos que a mente não tem limites e que o stress é circunstancial.

Ser feliz, se sentir confortável em qualquer situação é uma escolha.

Buda Shakyamuni, Sidarta Gautama, transferiu ensinamentos que foram ao longo do tempo se adaptando às necessidades de cada cultura e assim continua agora na cultura ocidental.

O Budismo ensina a compaixão; como construir a amizade por tudo a partir da idéia que nada existe por si só, tudo é transitório, o sofrimento é opcional, a verdade vai muito além da realidade. Para isso existe um método.